No próximo sábado, será o lançamento oficial do 3.º tomo de Super Pig, criação de Mário Freitas. Trata-se de uma personagem que amadureceu ou não tivesse sido publicado o primeiro fascículo há exatamente 7 anos, em outubro de 2006, com a devida divulgação e antevisões no saudoso portal BDesenhada.com.

Os primeiros 4 fascículos, com o #4 a datar de maio de 2008, apresentam arte de Carlos Pedro, GEvan e Gisela Martins, com a colaboração de Sara Ferreira, e viriam a ser reunidos em 2011 num único volume intitulado Live Hate.

O 2.º volume surgiu recentemente, em maio de 2013, intitulado Roleta Nipónica. Além de contar novamente com o argumento de Mário Freitas e com Gisela Martins e Sara Ferreira na colorização, a ilustração esteve desta vez a cargo de Osvaldo Medina.

O Impaciente Inglês é o título do 3.º tomo de Super Pig. Eis a sinopse da editora:
Em 1602, Isabel I e John Dee põem em marcha o plano que perpetuará a inequívoca superioridade cultural e económica do Império Britânico. Ou assim o julgam. Quatro séculos depois, a chegada a Lisboa do polémico nobre inglês Lorde Horatius Kent Waite põe a nu as fricções no seio da Fundação Calouste Pig, embrenhada num processo de dinamização tecnológica impulsionado por SUPER PIG. O paradeiro incerto de um artefacto isabelino, intimamente ligado à morte de Shakespeare em 1616, fará Super Pig questionar o carácter do seu falecido pai e o passado deste às ordens do antigo Primeiro-Ministro e herói inglês da Segunda Guerra, Winston Churchill. E o que une o “Velho Bulldog” Churchill a personalidades tão díspares como o puritano John Milton, o diletante Oscar Wilde ou a impiedosa Rainha Vitória? Uma viagem às memórias de um império; às verdades ocultas por detrás do sangue derramado e da exaltação das figuras que marcaram a sua história. E às memórias de pais e filhos; a momentos de intimidade e momentos de discórdia. Uma viagem a momentos de decisão, tensão e impaciência que ajudaram a ditar o curso da humanidade e que definirão o presente e futuro da Fundação Calouste Pig. Uma fusão arrojada entre o histórico e o ficcional, o oculto e o tecnológico, e o Português e a língua de Shakespeare, com o cunho irreverente e iconoclasta do criador e argumentista MÁRIO FREITAS, devidamente acompanhado pelos talentos artísticos de ANDRÉ PEREIRA (desenhos) e BERNARDO MAJER (cores), as grandes revelações do Concurso de BD do Festival AniComics 2012.

Eis uma antevisão das primeiras 8 páginas:

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Capa mole (27,3×19,1cm), 96 Páginas, cor, €16,99
nota: as imagens foram gentilmente cedidas pela editora, as quais se agradecem e ilustram o texto.