A esgotada banda desenhada Agentes do CAOS: Nova ORDEM ganha uma segunda vida, através de um director’s cut. Além do novo título, a capa é inédita e dura, o formato é maior, houve edição de páginas com supressão de vinhetas e consequente remontagem de algumas páginas e vinhetas para tornar o ritmo mais fluido, mais rápido e mais adequado ao estilo de história (tem menos 13 páginas), novas páginas e vinhetas, e desta feita em tons cinzas. O argumento é de Fernando Dordio (com Mário Freitas), a arte de Osvaldo Medina e a pintura de Mário Freitas.

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Eis a sinopse da editora:
Franco, um veterano Inspector da PJ, amargo e semi-aposentado, é chamado para uma última missão de alto risco, cujo fracasso poderá representar o desmoronamento dos frágeis alicerces do sistema. Um policial cru e brutal sobre o advento cínico de uma nova ordem e o caos que visa lançar sobre a velha ordem instalada; sobre velhos terroristas com velhos sonhos e novos terroristas com os vícios de sempre; sobre velhos polícias com velhos hábitos e jovens polícias com novas manias; sobre velhos hábitos que não mudam e novos hábitos que teimam em ficar na mesma; no fundo, sobre o velho fado português e canções intemporais que permanecem actuais. CAOS E ORDEM é sobre o novo; mas também é, e será sempre, sobre “O Velho”.
Quatro anos depois da publicação original, “Agentes do CAOS: Nova ORDEM” regressa numa versão Editor’s Cut totalmente restaurada, num formato maior e nos tons cinzas em que foi originalmente pintado, com nova legendagem, diálogos revistos e várias páginas remontadas e redesenhadas. Uma edição ambiciosa que amplifica todo o ritmo e energia do clássico hard-boiled de Fernando Dordio, Osvaldo Medina (Roleta Nipónica, Hawk) e Mário Freitas (Super Pig: Roleta Nipónica; O Impaciente Inglês), sem desvirtuar a sua pureza seminal.

ISBN: 978-989-8673-09-1
Cartonado, 19,1×26,8cm.
80 páginas, tons cinza.
PVP (c/IVA): €16,99