Apesar da data de agosto estampada na capa, o 61.º número da revista de banda desenhada da Associação Juvemedia teve direito a ser lançado este mês. Na Juvebêdê 61, destaca-se a segunda e última parte do Especial Angoulême 2015, uma reportagem fotográfica que, neste número, é dedicado à cidade que acolhe anualmente e intitula o supramencionado festival, bem como aos seus murais e o “passeio da fama”, as exposições Fabien Nury, Kinky & Cosy, Moomins, Nos Armes, Silages, Little China e Pavilhão China, esta última tendo a primazia de ser a cores, ao ser inserida na contracapa. Foram também documentadas em registo fotográfico as exposições patentes na Catedral de Angoulême. Refira-se ainda que a publicação conta com uma pequena entrevista ao desenhador Roman Surzhenko.

Eis a sinopse:
Neste número do Juvebêdê, publicamos a segunda e última parte de tudo o que vimos no 42.º Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême. Justifica-se voltarmos a este tema, tendo em contra o grande número de exposições e toda a espécie de atractivos visuais que o festival e aquela cidade francesa nos oferecem. Ou seja, temos ainda muito para mostrar: para além das variadas exposições e de imagens da própria cidade, que demonstram bem o ambiente que ali se vive e o destaque que dão á nona arte, publicamos também a entrevista com Roman Surzhenko, actual desenhador da série Thorgal, com quem estivemos à conversa, no mesmo festival. Para além de Angoulême, não podíamos deixas de publicar as notícias breves do mundo da BD e os álbuns editados em português nos últimos meses.

A título de registo, apresenta-se a capa do #60, lançado nas nossas férias, na qual se apresentava a primeira parte do especial Angoulême 2015 e uma entrevista a Ted Benoit:
Eis a sinopse:
Regressámos a Angoulême após muitos anos. E voltámos num ano com características muito especiais, uma vez que o início do Festival foi a 29 de Janeiro, no mês em que decorreu o atentado à redacção do semanário Charlie Hebdo, onde morreram conhecidos nomes do cartoon e da banda desenhada. Foram muitas as homenagens e iniciativas à volta do tema e também muitas as medidas de segurança aplicadas. Tal como Bruxelas, visitar Angoulême é um sonho tornado realidade para quem gosta de banda desenhada. Nos quatro dias em que decorre o Festival, é pouco o tempo que temos para tanto que queremos ver. O programa é tão vasto e variado que é humanamente impossível conseguirmos visitar todas as exposições, assistir a todos os debates, filmes, concertos e tertúlias, conseguir os autógrafos dos autores e ver todas as novidades editoriais. Quanto a nós, marcámos as prioridades no programa e essas, tentámos não falhar. Esperamos que gostem desta edição, quase toda dedicada ao Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême. Mas não vamos ficar por aqui. É tanto o material que trouxemos que o vamos dividir em duas partes. Na próxima edição há mais!