A H-alt é uma revista de BD digital de ficção especulativa, nomeadamente ficção científica, fantasia e história/realidade alternativa. O primeiro número é lançado a 30 de setembro, podendo ser acedida aqui:

Editada por Sérgio Santos, tem por objetivo a divulgação e incentivo à produção de histórias curtas de banda desenhada, apostando no método de trabalho colaborativo entre argumentistas, desenhadores e coloristas. A revista pretende fomentar o surgimento de jovens talentos, estando ainda disponível para a publicação de autores com experiência no meio.

Entre os colaboradores do projeto, encontram-se Alberto Pessoa, Alexandre Câmara, Ana Pais,  André Morgado, Angelo Dias, Bernardo Silva, Carlos Silva, Cató IluDe, Daniel Horowitz, Dina Barbosa, Edgar Ascensão, Fernando Aires, Filipe Duarte, Francisco Boavida, Joana Varanda (aka Led), João Cruz Tavares, João Paulo Bragato, João Raz, João Tavares, Jonas Azevedo, José Alfredo Pistilli, Liliana Maia, Lisandro Mota, Luís Miguel Santos, Marcio Amorim, Mitsu, Nádia Carmo, Nelson Oliveira, Paul Neberra, Paulo Gomes, Paulo Vicente, Pedro Chagas, Pedro Ferreira, Ross Cypher, Ross Sélavy Brighton, Telma Branco e Vockas.

Clique nas imagens para as visualizar em toda a sua extensão:

Eis a sinopse do editor:
A ideia de criar a H-alt surgiu em Janeiro de 2015 e desde essa alturas muita coisa aconteceu. Através das redes sociais nomeadamente no Facebook foi possível recrutar colaboradores interessados que ficaram entusiasmados por participar nesta aventura colectiva. No total existem já 18 colaboradores e várias nacionalidades e se a grande maioria deles são portugueses, existe um crescente número de autores brasileiros interessados em participar e dar o seu contributo. O 1.º número possui uma dezena de histórias de BD além de um conto ilustrado, aparece também uma interessante entrevista com o autor de BD Paul Pope, além da apresentação de trabalhos de ilustradores e artistas. As histórias são muito diversificadas assim como os estilos dos diversos autores que participam. Muitas das equipas que trabalharam ficaram de tal modo satisfeitas que pretendem criar novas histórias. Podem ver desde histórias misteriosas e enigmáticas como O relojoeiro,  futuristo-cómicas como A Loteria, paranormais como Acontecimento 1993, fantasias delirantes e sarcásticas como É melhor não mudar. Mas o melhor é mesmo lerem e descobrirem por vocês mesmo. Ao longo de 2016 irão sair outros números com outras colaborações.