Após quatro primeiras incursões, prosseguimos hoje com a construção da Leitura Recomendada, a segunda versão da bedeteca ideal do site especializado em BD e livros ilustrados bandasdesenhadas.com. Desta biblioteca imaginária constam secções dedicadas às edições de banda desenhada de países de língua portuguesa e edições de banda desenhada de países de língua estrangeira, bem como uma terceira secção dedicada aos livros ilustrados.

Relembra-se que, dado se ter realizado um vero reinício, ao invés de um upgrade, regressou-se a uma fase inicial, repleta de obras obrigatórias em falta, o que não deve ser preocupante, uma vez que, com as novas entradas que forem ocorrendo, será pacientemente construída e focalizada não nas omissões mas no que consta da mesma, pois da abrangência se encarregará o tempo.

Ao invés de atualizações invisíveis duma simples listagem que, com o passar do tempo, se torna de dimensões consideráveis, este novo modelo destaca cada uma das obras que a passam a integrar. Convidamos também os nossos visitantes a manifestarem-se nos comentários destes artigos sobre cada uma das leituras recomendadas.

Ao longo do mês de março, foram realizadas 5 atualizações da lista, com 12 obras em cada uma delas, sendo esta a quinta delas. Parece-nos importante sublinhar que não se pretende que tais obras sejam consideradas as 60 obras fulcrais. Trata-se somente de um início possível para as recomendações, que tem parcialmente em conta obras recentemente lidas e outras que já constavam da primeira versão da nossa bedeteca ideal, bandas desenhadas facilmente encontradas no mercado livreiro e outras de obtenção mais difícil mas cuja leitura se deve manter viva, e publicações quer em edição nacional quer em edição estrangeira… E, tal como na versão anterior, há um capítulo separado dedicado ao livro ilustrado.

Os editores interessados na utilização do logo Leitura Recomendada nas suas publicações, poderão verificar os procedimentos aqui.

BEDETECA (PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA)

Título: Peanuts – Obra Completa 1950-1962 (6 vols.)
Autor:
 Charles M. Schulz
Editora: Afrontamento, 2006-2011
Apresentação: 360+344+328+328+344+344 páginas | preto e branco | 3 caixas arquivadoras com 2 volumes de capa dura e sobrecapa cada
Língua: português
Faixa etária alvo: crianças, adolescentes e adultos
Descrição: A edição nacional da Obra Completa de Peanuts, originalmente publicada nos EUA pela Fantagraphics, teve somente direito aos 6 primeiros volumes da série. Compilam as tiras publicadas nos primeiros 12 anos da série (1950-1962), ideais para tem interesse pelo surgimento de personagens, bem como alguns contextos, que se irão repetir ao longo da série. Por outro lado, é uma oportunidade para acompanhar a evolução gráfica e psíquica do Charlie Brown, Snoopy e seus amigos. Além disso, o primeiro volume contém uma entrevista a Schulz e a sua bibliografia, realizadas pelo editor Gary Groth. A arte adicional está a cargo do multipremiado Seth, tendo sempre por base a obra de Schulz. Sendo uma das tiras que mais influenciou as que se seguiram, apresenta um mundo de crianças, no qual normalmente se opta por um humor complexo ao invés do infantil e se apresenta com mestria dimensões filosóficas, psicológicas e sociológicas.
Nota: Esta tira de BD foi publicada originalmente nos EUA entre 1950 e 2000 sob o formato de tira diária. A tira dominical surgiu em 1952. A série da Fantagraphics é composta por 25 volumes, estado previsto o lançamento de um 26.º volume (e 13.ª caixa arquivadora) com material extra no último trimestre de 2016. As tiras dominicais impressas a cores estão ser reproduzidas numa segunda coleção da Fantagraphics, de periodicidade anual, intitulada Peanuts Every Sunday, sendo presentemente constituída por 3 volumes (1952-1965) e estando prevista ser concluída em 2022.
Mais informação: ler aqui.

Sombras-CapaTítulo: Sombras
Autor:
 Marta Monteiro
Editora: Pato Lógico, 2013
Apresentação: 32 páginas | cores | capa mole
Língua: português
Faixa etária alvo: crianças, adolescentes e adultos
Descrição: Este livro faz-nos interrogar o quanto somos fieis ao eu e o quanto somos a reação/adaptação ao meio e ao contexto. Que ideia projetamos do eu aos demais, quais as premissas do nosso autoconceito e como se cruzam todas estas projeções? Atualmente, somos expostos em tenra idade a um conceito fantástico das silhuetas humanas através da obra Peter and Wendy de J. M. Barrie, muito provavelmente na versão animada da Disney, a qual permite que vislumbremos as sombras com um olhar mágico. Serão as sombras do livro de Marta Monteiro as reais representações das personagens retratadas? Devemos aqui ir beber na alegoria da caverna de Platão? A única certeza é a de que as sombras aqui representadas desafiam a lógica e as leis da física, tendo por vezes características que o nosso ser mais profundo sabem serem mais representativas da situação que o habitual bloqueio de luz por um corpo – repare-se na personagem concentrada na leitura do mapa, a dado momento, por exemplo.
Nota: Esta obra integra a série Imagens que Contam da Pato Lógico, sendo característica pela ausência de texto e o título só ser composto por uma única palavra.
Mais informação: ler aqui.

asterix1Título: Astérix, o Gaulês
Autores: René Goscinny & Albert Uderzo
Editora: Asa, 2004
Apresentação: 48 páginas | cores | capa dura
Língua: português
Faixa etária alvo: crianças, adolescentes e adultos
Descrição: Estamos no ano 50 a.C.. Toda a Gália está ocupada pelos Romanos… Toda? Não! Uma aldeia povoada por irredutíveis Gauleses resiste agora e sempre ao invasor. Como é possível que uma minúscula aldeia perdida algures na Gália consiga resistir a tão poderoso exército? O que a torna invencível? Parte da resposta está na receita da poção mágica, preparada por Panoramix, o druida. Inicia-se deste modo uma das séries mais populares de BD, na qual se satirizam regionalismos e estereótipos franceses e de outros países, com um importante teor de aventura e liberdades históricas e anacronismos q.b. A arte de Uderzo enquadra-se na segunda geração da Escola de Marcinelle.
Nota: O nascimento da série Astérix, o Gaulês está interligado com a criação do periódico infantojuvenil francês Pilote, dos quais os autores de Astérix são cofundadores. A série foi inicialmente publicada em Pilote entre 1959 e 1973 (e entre 1974 e 1979 em diferentes publicações, nomeadamente Le Monde, Sud Ouest ou Le Nouvel Observateur), sendo paralelamente publicada em álbuns pela Dargaud: tomo 1. Astérix, O Gaulês (1961), tomo 2. A Foice de Ouro (1962),  tomo 3. Astérix e os Godos (1963), tomo 4. Astérix Gladiador (1964), tomo 5. A Volta à Gália (1965), tomo 6. Astérix e Cleópatra (1965), tomo 7. O Combate dos Chefes (1966), tomo 8. Astérix entre os Bretões (1966), tomo 9. Astérix e os Normandos (1966), tomo 10. Astérix Legionário (1967), tomo 11. O Escudo de Arverne (1968), tomo 12. Astérix nos Jogos Olímpicos (1968), tomo 13. Astérix e o Caldeirão (1969), tomo 14. Astérix na Hispânia (1969),  tomo 15. A Zaragata (1970),  tomo 16. Astérix entre os Helvécios (1970), tomo 17. O Domínio dos Deuses (1971), tomo 18. Os Louros de César (1972), tomo 19. O Adivinho (1972), tomo 20. Astérix na Córsega (1973), tomo 21. O Presente de César (1974), tomo 22. A Grande Travessia (1975), tomo 23. Obélix e Companhia (1976), tomo 24. Astérix entre os Belgas (1979). A série continuaria após o falecimento do argumentista, existindo atualmente 36 álbuns na série oficial. O conjunto dos primeiros 24 álbuns estão incluídos na Leitura Recomendada. As edições atuais são da Asa mas a série foi publicada também em revistas e álbuns por anteriores editoras. Alguns álbuns encontram-se publicados em mirandês.

calvin_hobbesTítulo: Calvin & Hobbes
Autor:
 Bill Watterson
Editora: Gradiva, 1992
Apresentação: 128 páginas | preto e branco| capa mole
Língua: português
Faixa etária alvo: crianças, adolescentes e adultos
Descrição: Calvin é uma criança irrequieta e imaginativa, capaz de inventar diversos mundos de brincadeira. Hobbes é o seu tigre de peluche. Com base nesta premissa, Watterson construiu um universo repleto de humor que alterna com reflexões existencialistas e a contemplação do papel do Homem na Natureza.
Nota: Esta tira de BD foi publicada originalmente em jornais norte-americanos entre 1985 e 1995. No nosso país, Calvin & Hobbes está diretamente ligado ao surgimento do jornal Público (coeditor do primeiro álbum), onde as tiras foram publicadas, bem como a um boom de álbuns com compilações de tiras de BD na década de 90 do século passado, iniciado pela Gradiva e acompanhado por outras editoras. A totalidade das tiras de BD está editada pela Gradiva e estão incluídos na Leitura Recomendada. Em ordem cronológica da data norte-americana da publicação dos livros: Calvin & Hobbes (1987), Há Monstros Debaixo da Cama? (1988), O Essencial de Calvin & Hobbes (1988), Viva o Alasca! (1989), Plácidos Domingos (1989), Monstros de Outro Planeta! (1990), A Última Antologia (1990), A Noite da Grande Vingança (1991), Progresso Científico Uma Treta! (1991), O Ataque dos Demónios da Neve (1992), O Indispensável de Calvin & Hobbes (1992), Que Dias Tão Cheios! (1993), O Tigre Assassino Ataca de Novo (1994), Parabéns, Calvin & Hobbes (1995), Há Tesouros Por Toda a Parte (1996), É Um Mundo Mágico (1996),  Páginas de Domingo 1985-1995 (2001). Para os que desejam ler a obra na língua original, recomenda-se The Complete Calvin and Hobbes, editado pela norte-americana Andrews McMeel Publishing (2005), com uma apresentação em caixa arquivadora com 3 volumes em capa dura e com as tiras dominicais a cores.

serreoj2Título: Humor Negro & Batas Brancas
Autor:
 Serre
Editora: Publicações Dom Quixote, 1985
Apresentação: 64 páginas | preto e braco | capa mole
Língua: português
Faixa etária alvo: adolescentes e adultos
Descrição: O francês Claude Serre (1938-1998) pertence a uma geração de desenhadores que surgiu nos anos 60 do século passado, em revistas como Hara-Kiri, Planète, Plexus, Lui e Periscope. Criou um estilo de humor com uma eficaz observação do comportamento e humano, acompanhado de um desenho preciso, elementos que provavelmente contribuíram para ter lhe ter sido atribuído o Prix de l’Humour Noir Grandville em 1973.
Nota:
 Inicialmente editada pelas Éditions du Grésivaudant em 1972 numa edição luxuosa com uma tiragem limitada a 500 exemplares, Jacques Glénat viria a reeditar esta obra em álbum, iniciando uma colaboração que teve como frutos diversas publicações temáticas que foram aumentando sucessivamente a popularidade de Serre. Em Portugal, a obra foi publicado na série Humor com Humor se Paga (#19) da editora Publicações Dom Quixote.
Mais informação: ler aqui.

kassumaiTítulo: Kassumai
Autor:
 David Campos
Editora: Chili Com Carne, 2012
Apresentação: 116 páginas | impresso a castanho escuro | capa mole com badanas
Língua: português
Faixa etária alvo: adolescentes e adultos
Descrição: O autor visitou a Guiné-Bissau entre novembro de 2006 e maio de 2007 no âmbito de um projeto de apoio à população de S. Domingos, numa parceria entre uma O.N.G., a Acção para o Desenvolvimento, e a Câmara Municipal do Montijo. Durante a sua estadia apaixonou-se pelas pessoas que conheceu e este livro, mais que um relato de viagens neste país africano, é um diário fragmentado de vivências e contactos humanos feitos pelo autor entre o seu trabalho como voluntário e os seus tempos livres. É possível acompanhar o percurso do autor e a voz pessoal com que narra esta viagem, ficando deste modo registada a sua visão do que restou da memória e das fotografias capturadas.
Nota: Edição incluída na série LowCCCost da editora. Algum material tinha sido publicado inicialmente sob a forma de fanzines.

labirintosaguaTítulo: Os Labirintos da Água
Autor:
 Diniz Conefrey (adaptado de três textos de Herberto Helder)
Editora: Quarto de Jade, 2013
Apresentação: 112 páginas | cores | capa mole
Língua: português
Faixa etária alvo: adolescentes e adultos
Descrição: A obra Os Labirintos da Água apresenta três adaptações realizadas por Diniz Conefrey em banda desenhada, incluindo o texto original de (uma ilha em sketches). As outras duas sequências visuais que este livro contem passam pela adaptação do texto “Aquele que dá a vida” e “A Máquina de Emaranhar Paisagens”, este último ausente na primeira edição destes trabalhos. Trata-se de um feliz casamento poético entre o universo textual e pictórico, não centrado na figura humana.
Nota: Parcialmente publicado em Arquipélagos (Íman 2001). Publicação independente com distribuição alternativa.
Mais informação: ler aqui.

o-zen-de-steve-jobsTítulo: O Zen de Steve Jobs
Autor:
 Caleb Melby & JESS3
Editora: Devir, 2012
Apresentação: 80 páginas | cores | capa dura
Língua: português
Faixa etária alvo: adolescentes e adultos
Descrição: O Zen de Steve Jobs é uma obra surpreendentemente interessante se se atender à forma com que foi elaborada. O argumento foi encomendado ao jornalista da Forbes Magazine Caleb Melby e a arte entregue à agência JESS3, a qual se intitula como uma agência criativa especializada na visualização de dados. Por outro lado, trata-se da primeira incursão no mundo dor romances gráficos da Forbes e do seu jornalista Melby, com o livro a ser publicado originalmente 3 meses após o falecimento de Jobs. Melby mistura alguns factos documentados com uma dose de ficção q.b. para narrar a vida de Jobs entre 1970 e 2011, centrando-se especialmente no período entre 1985 e 1996, ou seja, no exílio de Jobs da Direção da Apple, por incompatibilidades com esta. O ângulo principal é a influência do budismo em Jobs e a sua relação com o sacerdote Kobun Chino Otogawa. Como esta religião influenciou o design, funcionalidades e, em última instância, popularidade/sucesso dos produtos da Apple? Esta é uma das questões que a obra tenta responder. A arte de JESS3, através das ilustrações utilizados e cores escolhidas, adequa-se perfeitamente à narrativa, surpreendendo-nos por vezes com as soluções gráficas encontradas.
Nota: Foi originalmente publicada nos EUA pela Wiley em 2012.
Mais informação: ler aqui.

BEDETECA (PAÍSES DE LÍNGUA ESTRANGEIRA)

absolute-vTítulo: V for Vendetta (The Absolute
Autores: Alan Moore & David Lloyd
Editora: Vertigo/DC Comics, 2009
Apresentação: 396 páginas | cores | caixa arquivadora com volume em capa dura com sobrecapa
Língua: inglês
Faixa etária alvo: adolescentes e adultos
Descrição: Esta BD aborda a perda de liberdade e individualidade num estado totalitário que surgiu na sequência de uma guerra devastadora que alterou o planeta. A narrativa centra-se num anarquista misterioso com uma máscara de Guy Fawkes e a sua jovem protegida, à medida que eles lutam contra os opressores políticos.
Nota: Os primeiros episódios foram  originalmente publicados a preto e branco na revista britânica Warrior (Quality Communications) entre 1982 e 1985, tendo a revista sido cancelada antes dos últimos episódios serem publicados. Em 1988, a DC publicou a BD no seu selo Vertigo, como uma série colorida de 10 números, incluindo o material publicado na Warrior, os 2 episódios inéditos e o novo material. Foi posteriormente compilada em capa mole e dura.

Título: š! #20
Autores: Amanda Baeza, André Lemos, André Pereira, Bruno Borges, Cátia Serrão, Daniel Lima, Daniel Lopes, Filipe Abranches, Francisco Sousa Lobo, Joana Estrela, João Fazenda, Marta Monteiro, Milena Baeza, Paulo Monteiro, Pedro Burgos, Rafael Gouveia, Tiago Manuel, Tiago Casanova
Editora:  Biedrība Grafiskie stāsti, 2015 (Letónia)
Apresentação: 164 páginas | cores | capa mole
Língua: inglês
Faixa etária alvo: adultos
Descrição: O vigésimo número de š! intitula-se Desassossego (inspirado no Livro do Desassossego de Bernardo Soares, semi-heterónimo de Fernando Pessoa) e foi financiado pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas de Portugal. Esta publicação com formato A6 e um total de 164 páginnas apresenta obras em língua inglesa de um extenso conjunto de autores portugueses, dedicadas à temática do volume. A antologia contém ainda uma fotonovela de Tiago Casanova e uma introdução de Marcos Farrajota.
Nota: kuš! (lê-se koosh) é uma antologia de banda desenhada da Letónia, fundada em 2007, em Riga. Cada edição é temática e contém BD de autores internacionais e/ou letões . Foi granjeada com o Prémio de BD Alternativa em Angoulême, em 2012.
Mais informação: ler aqui.

ILUSTRAÇÃO

Título: Segredos na Floresta
Autor:
 Jimmy Liao
Editora: Kalandraka, 2015
Apresentação: 64 páginas | preto e branco | capa mole
Língua: português
Faixa etária alvo: crianças, adolescentes e adultos
Descrição:  Uma menina vive oníricas aventuras que se iniciam no seu quarto. As suas descobertas têm como companheiros de viagem os seus peluches, uma das suas referências gigantes e omnipotentes. São eles que lhe concedem o desejo de convívio com a natureza. No entanto, esta criança é citadina, e nos seus sonhos incorpora os elementos com que está familiarizada – seja na floresta, nas nuvens ou em tocas de coelho -, os quais são retirados do seu lar, como as portas e as escadas, ou do restrito mundo que conhece para além deste, como as estradas e as passadeiras próximas ou os equipamentos dos parques infantis… O traço de Liao dedica-se a maioria do tempo a contrastar diferentes texturas, enquanto a aguarela está contida e frequentemente sem proeminência, dedicada mais ao cenário que à ação, mas determinante para dar robustez a toda a obra.
Nota: Foi originalmente publicado pela editora Locus na República da China em 1998.
Mais informação: ler aqui.

torreTítulo: A Minha Torre de Belém aos 500 Anos
Autores:
 Alexandre Honrado & Susana Matos
Editora: Verbo, 2016
Apresentação: 56 páginas | cores | capa dura
Língua: português
Faixa etária alvo: crianças, adolescentes e adultos
Descrição: Ao longo do livro, acompanha-se a descoberta da Torre de Belém por Pedro Calhau Pedregulho, colecionador de pedras, pedregulhos e calhaus, após a visualizar num postal. Ao longo da sua demanda em encontrar a Torre de Belém, encontra Francisco de Arruda, o arquiteto responsável pelo seu traçado, sendo ele quem lhe apresenta a Torre e conta um pouco da sua história. Coube a Susana Matos ilustrar este conto mágico, no qual o presente se encontra com o passado. Em página única ou dupla – e, inclusivamente, quádrupla nas folhas centrais -, a ilustradora recorre a um traço fino, acompanhado por vezes de colagem fotográfica, e a uma aplicação de cor por vezes quase omnipresente, outras vezes quase ausente, num magnífico jogos de contrastes, que certamente delicia o olhar dos leitores de todas as idades.
Mais informação: ler aqui.

A mais recente versão da listagem Leitura Recomendada para consulta pode ser obtida aqui. Regressamos em abril com mais recomendações de leitura.