Cidade_Edimburgo_CapaEdimburgo de Marcus Oakley é uma das obras pertencentes à coleção A Minha Cidade da Pato Lógico, na qual aos ilustradores convidados compete a composição de um mapa e a ilustração de 12 locais elegidos que têm de descrever. Marcus Oakley destaca alguns dos seus locais favoritos em Edimburgo, alguns bem conhecidos pelo turista comum e outros nem tanto.

Clique nas imagens para as visualizar em toda a sua extensão:

Eis as coordenadas:

EDIMBURGO
País: Escócia
Região: Edimburgo
Concelho: Edimburgo
Área: 264 km²
Habitantes: 495000
Língua oficial: escocês e gaélico escocês
Gentílico: edimburguês
Coordenadas: 55º 57’ 11”N 3º 11’ 20” O
GMT: +0.00

Conhecida por ser uma das mais belas cidades do mundo, a compacta e montanhosa capital da Escócia é a casa de Arthur’s Seat, um majestoso vulcão extinto situado em pleno centro. Andar a pé é a melhor forma de aproveitar a cidade. Ao virar de cada esquina, encontramos vestígios da sua arquitetura icónica, desde a Old Town (cidade velha) medieval até à elegante New Town (cidade nova) de estilo jorgiano. Todos os anos, em agosto, a cidade transforma-se na capital mundial da cultura, ao apresentar a maior concentração de festivais de artes do planeta. Existem atrações turísticas permanentes, como o imperdível Edimburgh Castle (Castelo de Edimburgo) e os museus, galerias e espaços verdes a perder de vista.

Eis a sinopse da editora:
Marcus Oakley, ilustrador britânico que vive e trabalha em Edimburgo, mostra-nos uma forma muito pessoal de conhecer a sua cidade. Marcus gosta de fazer compras na Jordan Valley, loja de produtos orgânicos de todo o mundo, perde-se nos corredores forrados de livros da livraria Armchair, e costuma ir ao cinema Filmhouse, onde acontece o Festival Internacional de Cinema de Edimburgo.

MARK OAKLEY: vivo e trabalho em Edimburgo, na Escócia, apesar de ser natural de Norfolk, uma cidade costeira do Sudeste de Inglaterra. O meu trabalho recebe inspiração de muitas fontes – contemporâneas ou antigas. Sou influenciado pelas harmonias e melodias de todos os géneros de folclore musical, pelas bucólicas tradições campestres, pela alegria de andar de bicicleta, pelos estímulos do chá, pelas geometrias estonteantes da arquitetura e do design – e, acima de tudo, pelo fascínio de criar coisas.

nota: imagens cedidas pela editora.