v26pt-thor-capaApesar de já termos divulgado o 26.º volume da Coleção oficial de Graphic Novels Marvel da Salvat aquando do seu lançamento, a editora remeteu-nos entretanto algumas imagens de previews e o press release, que apresentamos.

Clique nas imagens para as visualizar em toda a sua extensão:

Eis a sinopse da editora:

“Ele é o Deus do Trovão. Poder encarnado em forma humana. Armado com o seu poderoso martelo Mjolnir, Thor jurou usar o seu incrível poder para proteger a Terra. Mas quando os Deuses de três panteões diferentes unem esforços contra o Asgardiano, irá Thor encontrar forças para derrotá-los a todos?”

Em 1996, a Marvel decidiu efetuar uma grande aposta criativa, para revitalizar alguns dos seus mais antigos títulos. No seguimento do evento cataclísmico conhecido como Devastação (Onslaught), todos os títulos dos Vingadores, assim como o Quarteto Fantástico, foram cancelados e passados a novas equipas de criadores famosos. Encabeçados por talentos como Jim Lee e Rob Liefeld, as novas histórias recontavam as origens dessas personagens numa abordagem mais contemporânea.

Ao fim de doze meses de publicações naquele estranho universo autocontido, as personagens foram finalmente devolvidas ao Universo Marvel regular, resumindo as suas aventuras. Para Thor, a tarefa criativa para este segundo volume de histórias coube ao escritor Dan Jurgens e ao artista John Romita Jr. Tendo terminado na altura uma fase apreciada e controversa nalguns dos maiores títulos da DC, Jurgens deu início a esta nova série de forma espetacular. Alternando entre as aventuras mais “cósmicas” e o mundo humano com o qual se encontrava mais envolvido do que nunca, Jurgens conseguiu conjugar ambos de forma perfeita com a sua linha narrativa. Aliás, a sua abordagem tornou-se tão popular, que permaneceria enquanto escritor da revista até o número 79, pouco antes de ser relançada uma vez mais, na sequência do evento Vingadores: O Último Ato já publicado nesta coleção.

Quanto à arte deste volume, temos um John Romita Jr. numa das suas melhores fases de sempre. Claramente inspirado pelo trabalho de Jack Kirby nas primeiras aventuras do deus Asgardiano, Romita criou aqui um estilo tão moderno, quanto clássico, aliado à sua noção de ritmo e de storytelling. As suas personagens, desenhadas com um “volume” forte e ao mesmo tempo dinâmico, ajudaram a definir um estilo das histórias do deus do trovão que perduraria durante muitos anos depois.

nota: imagens cedidas pela editora.