27amadorabd2016_cartaz_webComo é habitual, o festival internacional de banda desenhada Amadora BD 2016 desenvolve-se em diferentes locais, além do Fórum Luís de Camões.

Eis a divulgação da organização relativa ao Festival pela Cidade:

BEDETECA DA AMADORA
Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos Galeria Piso 2
Av. Conde Castro Guimarães nº6 (Venteira)
2720-119 Amadora
T: 214 369 054
Horário
Ter a sex 10h00-18h00 / sáb 10h00-12h30, 13h30-18h00 (aberto dia 1 de novembro)

FEROZES TRANSPARÊNCIAS: UNDERGROUND COMIX, UMA COLEÇÃO DE GLENN BRAY
Comissários: Pedro Moura
Cenografia: Carlos Farinha
Em exposição até 10 de dezembro de 2016
Exposição da magnífica coleção privada de Glenn Brey que foi testemunha e impulsionador do movimento underground comix e que inclui obras de toda uma geração de autores. Esta exposição apresenta alguma da arte original de um dos mais importantes capítulos da história da banda desenhada moderna norte-americana, que seria decisiva nas transformações de cariz social desta arte naquele país e que se revelaria influente além fronteiras. A exposição contém trabalhos de Bill Griffith, Bobby London, Gilbert Sheldon, Jay Lynch, Jim Osborne, Justin Green, Kim Deitch, Manuel Spain Rodriguez, Rick Griffin, Robert Crumb, Ron Cobb, Rory Hayes e S. Clay Wilson, dando a conhecer algumas das publicações da época, antologias e retrospetivas, assim como títulos portugueses que editaram alguns desses trabalhos.

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GALERIA ARTUR BUAL – CASA APRÍGIO GOMES
Amadora Rua Luís de Camões, nº 2, Venteira
2700-535 Amadora
T. 214 369 059
Horário: Ter a dom 10h00-18h00 (aberto aos feriados)

COLEÇÃO PRIVADA DE BD DE RICO SEQUEIRA
Ser colecionador é para o artista plástico Rico Sequeira uma forma de estar na sua arte. Coleciona, entre outras coisas, originais de banda desenhada que integram vários dos seus projetos, servindo-lhe de inspiração. Para o artista, “A obra nasce do encontro de objetos. Qualquer coisa que vejo: papéis bonitos, folhas de provas mal impressas… interessam-me”
Esta exposição apresenta a sua coleção particular de banda desenhada, da qual fazem parte pranchas originais do séc. XX de vários autores norte-americanos e europeus. Tio Patinhas, Flash Gordon, Félix The Cat, Batman, Anita Diminuta e Superman constituem alguns dos nomes presentes. Na exposição, irão ainda ser apresentadas algumas esculturas do artista da série “onomatopeias”, obras essas que cruzam os universos da BD, do grafismo e da escultura.


CASA DA CERCA – CENTRO DE ARTE CONTEMPORÂNEA
Rua da Cerca
2800-050 Almada
T. 212 724 950
Horário: Ter a Sex 10h00-18h00 | Sáb e dom 13h00-18h00 (encerra aos feriados)

10×10 DE RICHARD CÂMARA
Em exposição até 31 de janeiro de 2017
Uma obra literária do século XVI inspira um álbum de Banda Desenhada clássica do século XX, o qual por sua vez origina um projeto expositivo que o questiona no século XXI. Richard Câmara explora a memória visual para evocar ou negar a natureza narrativa das imagens, inspirando-se na adaptação d’ Os Lusíadas, desenhada por José Ruy e editada em meados dos anos 80, para desenvolver a exposição 10×10. O seu carácter efémero, colorista e abstratizante convida a redescobrir esta e outras sequências narrativas, numa interminável combinação de desenhos projetados em slides sem ordem pré-determinada.

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CASA ROQUE GAMEIRO
Praceta 1.º Dezembro, 2
2700-668 Venteira (Amadora)
T. 214 369 058
Horário: Ter a sáb 10h00 – 12h30, 14h00 – 17h30 | Dom 14h – 17h30 (aberto aos feriados)

LIMITES DA PAISAGEM
Em exposição até 11 de dezembro 2016
Esta exposição, realizada no âmbito da Trienal de Arquitetura, tem como ponto de partida a dimensão da paisagem na prática da arquitetura e resulta de uma chamada de propostas direcionada para ateliers de arquitetura com prática de projeto e obra construída. Participam os arquitetos Manon Mollard, Nuno Cera e o Atelier Plan Común.

FLOR DE ÁGUA: HELENA ROQUE GAMEIRO (1895-1986) – Aguarela e Artes Aplicadas
Em exposição até 26 fevereiro 2017
Esta exposição apresenta, pela primeira vez, uma visão retrospetiva sobre a obra da pintora Helena Roque Gameiro, não apenas como aguarelista, mas também como mestra de várias gerações. Organizada em 5 núcleos pretendemos estudá-la, identificá-la, como pessoa e como artista. Sabemos, no entanto, que é apenas uma aproximação. Como a viram? Como a vemos, agora nós?

nota: imagens cedidas pela organização.