O novo filme da saga Star Wars estreou no dia 15 de Dezembro, fazendo parte de uma nova série de spin-offs designada “Uma história de Star Wars”, sendo este o primeiro de três filmes. Este filme não é uma continuidade do filme que estreou por esta mesma altura no ano passado, chamado “Despertar da Força”, nem se trata de uma prequela; poderemos antes dizer que a acção deste filme desenrola-se algures entre o Episódio III: A Vingança dos Sith (2005) e o Episódio IV: Uma Nova Esperança (1977).

Realizado por Gareth Edwards, um conhecido admirador deste fantástico Mundo intergaláctico, traz-nos a esta película um enredo envolvente e vibrante, com novas personagens e lugares, em que fará as delícias para os entusiastas dos filmes mais antigos da saga. Nesta história de Star Wars, Jyn Erso (representada de forma brilhante por Felicity Jones) desempenha o papel da filha do cientista Galen Erso (Mads Mikkelsen), que é o principal responsável pela construção da Estrela da Morte. Apesar de Galen ter um importante papel nas forças imperiais, é na rebelião, símbolo de esperança e liberdade, que se identifica. Por isso, arranja uma forma de transmitir à Rebelião que a Estrela da Morte não é indestrutível, pois ele próprio a criou com essa particularidade, um ponto que sendo destruído, causará explosões contínuas que destruirão esta arma das forças imperiais. Assim, o enredo da história baseia-se na procura dos planos da Estrela da Morte por parte da rebelião, grupo esse que acaba por se formar com iniciativa de Jyn Erso.

Num Mundo controlado pelas forças imperiais e que tudo por eles é conquistado sob base da força e domínio, este filme arrebata-nos de forma tão intensa que parece que estamos dentro deste Mundo. Rogue One transmite-nos que a união pode mudar o Mundo e que vale sempre a pena lutar pelos nossos ideais, dá-nos esperança. Um filme brilhantemente feito e que vale a pena ver e juntar aos filmes de rever.