Segundo filme do Esquadrão Suicida nos cinemas.

Novo filme, novo título (ou quase). Cinco anos após a estreia do filme Esquadrão Suicida em 2016, eis que surge a segunda longa-metragem dedicada à equipa homónima do Universo DC, com um título que difere do primeiro porque contém o artigo definido masculino singular, O Esquadrão Suicida.

Se inicialmente se pensava numa sequela para o primeiro filme, mantendo a maioria dos protagonistas, a longa-metragem que estreia no dia 5 de agosto nos cinemas nacionais é mais um relançamento do que uma sequela direta do filme anterior, apesar de manter alguns personagens.

Trata-se do 10.º filme do Universo Estendido DC. Escrito e realizado por James Gunn (que também escreveu e realizou os dois filmes dos Guardiões da Galáxia, bem como o fará no anunciado terceiro filme), O Esquadrão Suicida conta com Margot Robbie (Harley Quinn), Idris Elba (Robert DuBois / Bloodsport ou Sanguinário), John Cena (Christopher Smith / Peacemaker ou Pacificador), Joel Kinnaman (Rick Flagg), Sylvester Stallone (Nanaue / King Shark ou Tubarão-Rei), Viola Davis (Amanda Waller), Jai Courtney (George “Digger” Harkness / Captain Boomerang ou Capitão Bumerangue) e Peter Capaldi (Gaius Grieves / The Thinker ou Pensador) como protagonistas.

Entretanto, está anunciado um spin-off televisivo dedicado ao Pacificador, precisamente denominado Peacemaker, com estreia prevista nos EUA para janeiro de 2022 na HBO Max, criado e escrito por Gunn.

Eis o trailer do filme:

Eis a sinopse:

Bem vindos a Inferno, também conhecido como Belle Reve, a prisão com a mais elevada taxa de mortalidade dos Estados Unidos.  Local onde os piores Super-Vilões são encarcerados e de onde tudo farão para sair – inclusive juntarem-se à supersecreta e muito duvidosa Task Force X.
Tarefa suicida do dia? Juntar um coletivo de vigaristas, incluindo Bloodsport, Peacemaker, Capitão Boomerang, Ratcatcher 2, Savant, King Shark, Blackguard, Javelin e a psicopata favorita de todos, Harley Quinn. Armá-los até aos dentes e, literalmente, atirá-los para a ilha Corto Maltese, remota e recheada de inimigos.
Numa selva que fervilha com inimigos armados até aos dentes e guerrilhas em cada esquina, o esquadrão está numa missão de busca e destruição, onde apenas podem contar com o Coronel Rick Flag para os orientar e com a tecnologia governamental de Amanda Waller nos seus ouvidos, acompanhando todos os seus passos.
Como sempre, um passo em falso significa a morte (às mãos dos opositores, de um companheiro de equipa, ou da própria Waller).  Se alguém estiver a fazer apostas, o melhor é apostar contra eles.

De um modo geral, o filme tem tido boas críticas junto da especialidade, cabendo a partir do dia 5 aos espetadores portugueses desfrutarem do mesmo.

SOBRE O AUTOR |

Nuno Pereira de Sousa
Nuno Pereira de SousaAdministrador
Fundador e administrador do site, com formação em banda desenhada. Consultor editorial freelance e autor de livros e artigos em diferentes publicações.