O Zorro.

A personagem Zorro foi criada por Johnston McCulley no seu romance The Curse of Capistrano, inicialmente serializado em cinco parte na revista pulp All-Story Weekly, entre 9 de agosto e 6 de setembro de 1919.

Desde então, desde as posteriores estórias de McCulley e de outros autores à sua transposição para o cinema, televisão, teatro, rádio, banda desenhada, videojogos e muitas outras formas de expressão artística e de entretenimento, a icónica figura de Zorro é reconhecida mundialmente há muitos anos.

O autor de banda desenhada francês Pierre Alary dedicou-lhe uma banda desenhada, intitulada Don Vega, originalmente editada pela Dargaud em outubro de 2020. Este mês, a Ala dos Livros publica a versão portuguesa no nosso país.

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Eis a sinopse da editora:

Em 1848, na época do domínio colonial espanhol e da corrida ao ouro, um mito ganha forma no território que mais tarde será a Califórnia: a população mexicana, brutalmente explorada pelo general Gomez e pelos seus comparsas – que retiram, a troco de poucos dólares, todas as terras que podem à população local de forma a maximizar os seus lucros com a corrida ao ouro que se avizinha – recorre ao mito de Zorro, o libertador dos oprimidos. Camponeses revoltosos vestem a máscara de um herói popular local e lutam contra os latifundiários gananciosos. E, um a um, os combatentes da liberdade são condenados e enforcados. Até que surge um jovem, a quem Gomez assassinara o pai e lhe retirara a herança, que fortuitamente começa a matar os homens de Gomez. O seu nome é Don Vega e, sob o nome de Zorro, tornar-se-á uma lenda.
Inúmeros filmes e livros fizeram de Zorro, um herói originalmente criado por Johnston McCulley e publicado pela primeira em 1919, o mais conhecido de todos os “Vingadores dos Pobres”. Em Don Vega, que a Ala dos Livros agora apresenta, Pierre Alary (Silas Corey, Moby Dick) desenha um retrato do homem que se encontra por detrás da máscara e que se tornou sinónimo de esperança para uma nação inteira.

Pierre Alary (n. 1970) frequenta, a partir de 1991, a prestigiada escola Gobelins, em Paris, onde tem uma formação essencialmente orientada para as técnicas de animação. É esta formação que lhe permite, assim que termina o curso, ser contratado para os estúdios Disney de Montreuil, onde trabalha durante 10 anos e participa em longas-metragens animadas como Tarzan, Pacha e o Imperador ou O Livro da Selva 2, antes de se aventurar na banda desenhada. A sua primeira série, Griffin Dark (com argumento de Crisse), surge em 1997 nas Editions Vents d’Ouest sob o pseudónimo de Stanley. Publicou depois, em 2001, e na Soleil, o primeiro volume da série Les Échaudeurs des Ténèbres. Encontramo-lo novamente em 2004 na Soleil com o primeiro volume de Belladone, uma série de capa e espada com argumento de Ange, cujo terceiro e último volume surgiu em 2007. Seguir-se-ão 3 volumes de Sinbad com Arleston, depois a adaptação de Moby Dick com Olivier Jouvray. Em 2013, inicia a série Silas Corey (com argumento de Fabien Nury). De 2006 a 2018, Pierre Alary participou também em vários one-shots coletivos, como Parole de Poilus (Soleil), Polnareff (Soleil), Spider-Man Family (Marvel Comics) ou ainda Conan Le Cimmerien (Glénat). Don Vega, que surgiu em França no segundo semestre de 2020, é o seu mais recente trabalho.

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Don Vega
Pierrer Alary
Editora: Ala dos Livros
Páginas: 96, a cores
Dimensões: 215 x 325 mm
ISBN: 978-989-53275-6-0
PVP: 25,00€

SOBRE O AUTOR |

Nuno Pereira de Sousa
Nuno Pereira de SousaAdministrador
Fundador e administrador do site, com formação em banda desenhada. Consultor editorial freelance e autor de livros e artigos em diferentes publicações.